Scroll to the next section

Diabetes Gestacional

Quais as características da Diabetes Gestacional?

Durante a gravidez, o organismo materno passa por alterações para poder comportar o desenvolvimento fetal. Durante este processo,  o pâncreas da mãe vai produzindo insulina de forma  a proteger a mãe e o feto dos efeitos do excesso de açúcar no sangue. 

A diabetes gestacional corresponde à hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue) que se diagnostica durante a gravidez. Nas grávidas com diabetes gestacional há uma alteração da sensibilidade à insulina e o pâncreas  não consegue produzir a quantidade de insulina suficiente para fazer face a este excesso de açúcar.   Deste modo, a glicose permanece em excesso na corrente sanguínea, o que pode despoletar complicações.

Estima-se que 1 em cada 20 grávidas possa sofrer deste tipo de diabetes. As futuras mães com maior risco de virem a desenvolver diabetes gestacional, são as que apresentam um ou mais dos seguintes fatores: 

  • IMC ≥ 30kg/m2
  • Familiar de 1º Grau com diabetes
  • História de Macrossomia Fetal
  • Idade ≥ 35 anos
  • Multiparidade (4 ou + partos prévios)
  • Antecedentes de Diabetes Gestacional

Aproximadamente por volta da 24ª semana de gestação, o organismo produz grandes quantidades de hormonas que ajudam o bebé a crescer e há uma maior necessidade de insulina no organismo. Se o pâncreas não produzir a quantidade de insulina necessária, ou se esta não realizar a sua função adequadamente, a glicose sanguínea aumenta (hiperglicemia), dando origem à diabetes gestacional. 

A diabetes gestacional, geralmente, desaparece após o nascimento do bebé.

A informação fornecida pela Ascensia Diabetes Care Portugal não deve ser considerada como aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento e não substitui a opinião do seu profissional de saúde. Para um uso seguro, leia cuidadosamente a rotulagem e instruções de utilização dos dispositivos médicos: medidores e tiras-teste de glicemia (para diagnóstico in vitro) e dispositivos de punção e lancetas.